Hoje, novo recorde de popularidade, segundo o CNT/Sensus.
E lá fora, no prestigioso FT:
Brazil’s Iranian mission defies critics, brings possible results
May 17, 2010 3:50pm
Brazil has come in for some tough criticism of its “friends with everyone” foreign policy, including the FT which recently had a go under the headline “Brazil’s cuddly ways are barrier to seat at the top table.”
But the weekend’s news of a deal to swap Iranian nuclear fuel in Turkey could vindicate Brazilian diplomacy. The idea that Iran would abandon its alleged nuclear weapons programme in favour of a peaceful nuclear energy programme in response to amicable talks rather than under the threat of UN-backed sanctions seemed unrealistic, even naïve. But it may well have paid off. Even a US official conceded today that the latest news was “potentially a good development.”
If so, Celso Amorim, Brazil’s foreign minister, can be forgiven some self-satisfaction. “We are holding conversations in a respectful manner and with conviction… Our language is not that of pressure. Our language is that of persuasion, friendship and cooperation,” he told reporters in Tehran on Monday.
It is not the first time Mr Amorim has made thinly-disguised criticism of the US position on Iran. During a visit to Brazil by Hillary Clinton, the American secretary of state, in March, he drew parallels between the US’s failure to find weapons of mass destruction in Iraq and its assertions over an Iranian nuclear weapons programme.
Whatever Brazil may achieve, Iran is clearly grateful. Over the weekend it released Clotilde Reiss, a French teacher imprisoned for taking part in anti-government protests in June 2009 and sending photographs of the events to the French embassy. Her release, recognised by all concerned as the fruit of Brazilian diplomacy, was described by Mahmoud Ahmadi-Nejad, Iran’s president, as “a present to Brazil”.
As the FT’s David Gardner noted earlier on beyondbrics, it could all dissolve into yet another false diplomatic dawn. But Brazil’s initiative might also help avert war with Iran. It has certainly been worth trying.


Ora, esse Jonathan é claramente anti-americano, alinhado ao Foro de São Paulo e representante do comuno-islamo-fascismo internacional.
Caro
Em Teerã os três governos assinaram uma “declaração” que para efeito normativo vale tanto quanto um dollaro bucato (http://www.youtube.com/watch?v=4qoEnMhCOkE). O tão esperado “acordo” somente poderá ser assinado entre o governo do Irã e a AIEA. Então, segurem o foguetório, maneirem na bateção de bumbo e vamos todos aguardar o que virá. Não existem elementos empíricos para fundamentar sequer a hipótese de que o Irã vai assinar um acordo que efetivamente garanta o cumprimento dos acordos de salvaguardas pela AIEA, previstos pelo TNP. Fantástico!. Um novo acordo para fazer cumprir os antigos acordos! Por Deus!
Os 1200 quilos de urânio eram uma quantidade estimada há 8 meses. Difícil acreditar, como querem alguns patetas, que de lá para cá os aiatolás mandaram parar o enriquecimento. Se você fosse um deles, mandaria parar?
E quer dizer que a partir de agora os aiatolás vão franquear todas as suas instalações nucleares à vistoria da AIEA.
Se não fizeram isso antes, por que fariam agora?
Meus parabéns, em apenas 2 dias seu post já virou totalmente ultrapassado e desconectado da realidade. Tá quase chegando no meu(s) ídolo(s) que hibernou(aram).
E meus parabéns, nem o hibernado Idelber teria as manha de dar crédito a uma pesquisa CNT/SENSUS. Você chega lá…
Opa, tá de volta?
Independente de a coisa (pré-acordo) ter ou não substância, já foi um belo tento da Política Externa.
Repercussões relevantes lá fora, reflexo aqui dentro.
Na remota hipótese de a coisa degringolar no médio prazo, e o Irã lançar bombas sobre Israel, Lula poderá sempre contar com a benevolência de seus compatriotas, sempre prontas a tolerar qq excesso ou incoveniência sua com um “ah, é o Lula, gente…ele teve boas intenções e tentou fazer alguma coisa…”.
O Lula é sempre cheio de boas intenções, a mais importante delas, diga-se de passagem é popularidade. Nisso o cara é mestre. Já conseguiu botar o Maluf no chinelo.
Agora a velha e sempre boa e velha verdade seja dita:
O Bahabud está muito por cima, coisa boa daí não pode advir.
Excesso de poder, sabemos bem onde pode dar…