Poupança chinesa

The coolies lounged, talked, smoked, or stared over the rail; some, drawing water over the side, sluiced each other; a few slept on hatches, while several small parties of six sat on their heels surrounding iron trays with plates of rice and tiny teacups; and every single Celestial of them was carrying with him all he had in the world – a wooden chest with a ringing lock and brass on the corners, containing the savings of his labours: some clothes of ceremony, sticks of incense, a little opium maybe, bits of nameless rubbish of conventional value, and a small hoard of silver dollars, toiled for in coal lighters, won in gambling-houses or in petty trading, grubbed out of earth, sweated out in mines, on railway lines, in deadly jungle, under heavy burdens – amassed patiently, guarded with care, cherished fiercely.

Thyphoon, Joseph Conrad

4 comentários para “Poupança chinesa”

  1. João Paulo Rodrigues disse:

    Enquanto isso, no Brasil varonil…

    “Não se trata simplesmente de travar relações com a China, de aproximar dois dos maiores impérios do mundo: trata-se de uma verdadeira emigração asiática para o Brasil, e essas relações diplomáticas que se quer abrir, não têm outro fim,
    não têm outro intuito senão mongolizar o nosso país… Na luta da existência, colocado o chim ao lado do branco ou do negro, colocado ao lado de todos os mestiços que possa haver no país, o chim forçosamente, por leis naturais que vou expor, acabará por tornar-se, dentro de um prazo de
    tempo que só nos restaria calcular, o senhor deste país, como ele espera ser o último habitante do mundo…” (JOaquim Nabuco, da tribuna da Câmara, 01/09/1879)

    Mais perspicaz era o “Bruxo”:

    “Força é confessar que os filhos daquelas bandas têm grandes vantagens. Italianos entram aqui com o seu irridentismo, franceses com os princípios de 89,
    ingleses com o Foreign Office e a câmara dos comuns, espanhóis com todas las Espãnas, caramba! Alemães com uma casa sua, uma cidade sua, uma vida sua. Chim não traz nada disso, traz braço, força e paciência.” (Machado de Assis, 18/09/1892)

  2. F. Arranhaponte disse:

    Muito legais as citações!

  3. Giulia disse:

    Caro Amigo/Amig@,

    Livros existem para aventurarem-se de mão em mão, enchendo olhos e mentes, traspassando mundos vários, continentes distantes, até mesmo galáxias perdidas deste infinito Universo, sem respeitar nem mesmo as fronteiras do senhor Tempo.

    É com base neste espírito que Lisboa acaba de ganhar um novo Alfarrábio on-line. É o http://www.livrilusao.com, que vende livros usados e novos.

    No entanto, não queremos ser apenas um alfarrábio a mais. Para além de comprarmos, vendermos e trocarmos livros, buscamos também interagir com todos que queiram trocar ideias connosco sobre livros, artes em geral e tudo o mais relacionado com Cultura.

    Convidamos-te a visitar a nossa página e, se achar interessante, ajudar a divulgá-la, repassando esta mensagem para a sua lista de emails.
    Vamos dar continuidade à aventura dos livros!

    José Silva,
    Livrilusão

  4. F.Arranhaponte disse:

    Pô, reli esse trecho, e como escreve o Conrad

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