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Bandeira do Acre, futuro estado boliviano
A devolução do Acre para a Bolívia se torna cada vez mais premente. O Estado da ministra Marina malária Silva faz mal à nação. Veja a idéia do deputado acreano Nilson Mourão, do PT: tornar obrigatória a dublagem dos filmes estrangeiros exibidos no país. O projeto do debilóide prevê “multa de 5% sobre a renda diária média da bilheteria, multiplicada pelo número de dias da ocorrência da infração”, de acordo com a Agência Câmara. O brilhante parlamentar acreano justifica seu projeto: “As deficiências de leitura dos estudantes brasileiros e os índices altíssimos de analfabetismo funcional constituem um dos motivos que impedem a democratização do cinema como alternativa de entretenimento e cultura para a maioria da população brasileira.”
Com a devolução do Acre à Bolívia, Mourão perderia seu mandato, e se tornaria imediatamente boliviano. Não é pouco, eu sei, mas, se colocada em prática, minha idéia também tornaria estrangeiro o ex-deputado Hildebrando Paschoal, que tinha o hábito de serrar os inimigos. E, se você ainda não se convenceu, tenho o argumento irrefutável: Armando Nogueira também deixaria de ser brasileiro.
Evo Morales disse que o Brasil comprou o Acre pelo preço de um cavalo. Se tiver bom senso, Lula devolve o Acre à Bolívia, e ainda manda uns quatro pangarés para o amigo de Chávez. A situação é grave. Ou o Brasil acaba com o Acre, ou o Acre acaba com o Brasil


