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Aos poucos, a estratégia do governo Lula no segundo mandato vai ficando clara: a idéia é promover pequenas mudanças de rota, todas na direção errada. O primeiro sinal disso foi o PAC, um plano feito nas coxas que não toca no principal obstáculo ao crescimento mais forte da economia – a expansão desenfreada dos gastos públicos.
A mais nova prova de genialidade é a indicação de Paulo Nogueira Batista Jr. para o FMI, no lugar de Eduardo Loyo. O governo nomeou para o Fundo, instituição com a qual o Brasil tem uma boa relação, um dos pais da moratória de 1987. Para piorar, ele é adepto de idéias brilhantes como o controle de capitais. Talvez Guido Mantega acredite que, com essa indicação, vai mudar os rumos do FMI. O governo Lula é isso aí. Não há nenhum perigo de melhorar


