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Ele também será vítima do fundamentalismo muçulmano
Os nossos amiguinhos muçulmanos são realmente divertidos. Num programa infantil de uma emissora de televisão ligada ao Hamas, Farfur, um ratinho sósia do Mickey, foi “assassinado” por um sujeito com roupas de militar israelense. Segundo a Folha Online, Farfur “fazia resistência a Israel e tecia comentários sobre os Estados Unidos. Ele também ensinava às crianças o respeito aos preceitos do Islã". Hollywood é sempre acusada de mostrar muçulmanos de modo caricatural, como vilões ignóbeis e mal encarados. É reconfortante saber que, no mundo islâmico, não há esse tipo de maniqueísmo.
Mas o que é realmente admirável é a sutileza dos muçulmanos, como notou o Arranhaponte numa conversa na sede da Torre de Marfim. No episódio em que o sósia do Mickey partiu desta para a melhor, “o militar tentava comprar as terras de Farfur. O ratinho reagiu e o chamou de ‘terrorista’". Foi o suficiente para que Farfur fosse "assassinado". O consolo é que ele deve ter encontrado 72 ratinhas virgens à sua espera no paraíso dos roedores muçulmanos. Os diretores da emissora disseram que Farfur foi morto para dar lugar a outros programas.
Acho que o ocidente deveria reagir na mesma moeda. A Disney poderia fazer um desenho mais ou menos nessa linha: Mickey e Minnie estão em casa, tomando café da manhã, como fazem os casais em propaganda de margarina. De repente, tudo vai pelos ares, com o amigo do Pateta morrendo num atentado suicida cometido por um gato muçulmano. Não ficaria bonitinho?


