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Olha, eu sou um ferrenho crítico da paranóia olavista (e continuo sendo), mas isto aqui me deixou arrepiado no pior dos sentidos. Um troço destes desperta os meus mais primitivos sentimentos de combate primordial. É um discurso de seita totalitária em busca do domínio absoluto pelo método de comer pelas bordas, e o palavreado eufemístico de "democracia", "paz mundial" etc só torna tudo mais sinistro e soturno. Só o que salva é a gostosinha da locutora, mas acho que ela é do tipo capaz de mandar para o paredão o porco capitalista que a fez gozar cinco minutos antes (ou vai ver é só uma locutora profissional, patricinha e admiradora do Bush - a paranóia às vezes deixa a gente confuso)


