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There must be some way out of here
Aqui vai uma dica de filme, à moda do grande Sérgio Faria: Eu não estou lá. Não assista, é uma merda. Se você não é fã incondicional do ídolo fanhoso, não veja. O filme é chato. O filme é comprido. O filme tem referências que fazem sentido apenas para os dylanmaníacos. E, mesmo se eu fosse um especialista no universo do sujeito, seriam grandes as chances de que eu achasse o troço entediante. Se você não idolatra o fanho de Minnesota, não chegue perto.
Mas eu estou na verdade reclamando de barriga cheia. Eu vi o filme no Espaço Unibanco, no sábado à noite. Na mesma sessão, quem estava? Sim, ele mesmo: Eduardo Suplicy, que chegou atrasado, com os trailers na tela. Depois de hesitar por alguns minutos, sentou-se na primeira fileira. Eu passei a sessão inteira preocupado. Felizmente fiquei tenso à toa. Terminado o filme, Suplicy não cantou Blowin' in the wind


