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O Matamoros me pede para escrever um post contestando a idéia do Alon de montar um cordão sanitário em torno do presidente Álvaro Uribe, cujo corolário último é substituí-lo por um presidente de esquerda, via um grande acordo com as Farc, Chávez e Correa, do Equador (rolaria uma eleiçãozinha, pelo que entendi, cujo resultado já está definido pelo Alon - qualquer zebra, sempre se pode reativar a guerrilha).
Também de acordo com minha precária capacidade de entendimento, a próxima peça de dominó a cair, nos grandiosos planos alônicos para a América do Sul, é o Peru. Quem sabe ressuscitando o Sendero Luminoso não dê para replicar a estratégia colombiana, para finalizar (me permitam a expressão de jiu-jitsu) o presidente Alan García.
Mas eu respondi ao Matamoros que não tenho mais saco de fazer este gênero de post político. A única coisa que eu tenho a dizer, de fato, é que, aproveitando o clima de caos em que a guerra Colômbia X Venezuela mergulhará a América do Sul, o Brasil poderia, em operações militares relâmpago, reconquistar o Uruguai e completar o trabalho do saudoso D. Pedro II no Paraguai. Viva o Império!


